Por Renato Melón
No livro, as perguntas, ao mesmo tempo que parecem ingênuas, dão-nos a sensação de ansiedade, ignorância; mas de esperança. Parecida com aquelas típicas perguntas infantis, que, em alguns casos, colocam-nos em complicadas situações . Tudo é dúvida.
No Campeonato Brasileiro, tudo é questionamento: será que o São Paulo entrega? E o Palmeiras? Mas, e se não entregarem? Será que o Vítória ganha do Corinthians? Será que o Corinthians perde do vitória? Será que o juiz vai roubar? Será que vai ter mala branca do Celsão?
Como se vê, mas se faz perguntas do que se comenta sobre JOGAR BOLA, com certeza. A certeza que faz a maravilha desse esporte bretão. Que faz a mágica do imprevisível; tal qual o vislumbrar que se acende depois de um grande mistério, de uma enorme indagação.
Diz Pablo Neruda, em sua supracitada obra:
"Sofre mais quem espera sempre
Ou quem nunca esperou ninguém?
Onde termina o arco-íris,
Em tua alma ou no horizonte?
Talvez uma estrela invisível
Seja o céu dos suicidas?"
Existem perguntas das quais jamais saberemos as respostas; ademais, quem sou eu - este pobre cronista - para responder alguma dessas ingagações; contudo, arrisco-me em alguma certeza, com alguma ação; que sempre supera o medo de uma dúvida:
Sofre quem não vive, nossa alma é o horizonte, os suicidas são o céu; as estrelas seus sorrisos.
Fluminense vive, é nosso horizonte da esperança; é o nosso rumo, a nossa estrela invisível, no injusto céu dos suicidas, que apenas os tricolores de coração conseguem ver.
Vai, Fluminense. Certeza é fé. Certeza é ação. Dúvida é medo. Ponto final.
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''Fluminense nato, por Renato''
Essa coluna, é escrita toda sexta-feira. Não deixe de acompanhar.
Saudações Tricolores!

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