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domingo, janeiro 30, 2011

Tudo é relativo, menos o Fluminense





Por Renato Melón

    O mundo é metafísico. O mundo é subjetivo.

    O que enxergamos está perante nossos olhos, perante nossos corpos. Todavia cada fato presenciado encontra-se, peculiarmente representado, em distintos locais - em distintas formas - de nossos corações; personalizado pelo ângulo de cada ponto de vista.

    Cada um tem a sua maneira de ver as coisas, de senti-las; as situações são iguais para as pedras, para os rios e para o céu; mas diferentes para cada ser humano.

    Tudo isso se chama relação. Palavra essa que - oriunda do latim relatione - significa "relatar".

    Relatamos com nossos olhos; e tal relato se sente no nosso interior, (no nosso subjetivo) onde as coisas atravessam e demarcam nosso ser e estar. Enfim, vivemos de cicatrizes e interpretações.

         
    Como bem sabe, leitor, os mais diferentes relatos - proporcionados pela desconhecida mente do ser humano - chocam-se numa realidade totalmente particular e... relativa.


     O Fluminense está vencendo times pequenos. Apresentando um futebol agradável e, sobretudo, com padrão. Porém, os adversários não representam o "relato" perfeito da realidade a ser encarada pelo tricolor.

     Devemos presenciar as três cores que traduzem tradição como uma "relação" conjunta entre a superioridade e o infinito.

     Superior relativamente ao mundo. E infinito, mirando para sua história

     O mundo é metafísico. O mundo é subjetivo.

    
O mundo é tricolor.


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''Fluminense nato por Renato''
Minha coluna é publicada uma vez por semana, geralmente na sexta-feira. Espero que gostem dessa ''viagem tricolor'' e que comentem.

Email para contato: melon.neves@gmail.com

 

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