Por Renato Melón
Então lá se vai o Fluminense... Para buscar o que não conseguiu, até o momento, em casa: 3 pontos em um jogo, na Copa Libertadores.
Teremos que lutar mais que Zapata, ser mais talentosos que Frida Kahlo e mais ousados que o Comandante Marcos para conseguir a vitória em solos mexicanos.
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Como Hernán Cortez, a tropa tricolor partirá para conquistar o(a) América. Contudo, não iremos fazer "encomiendas", porém gols; não iremos espalhar a fé católica, mas sim as três cores que traduzem tradição.
Sem embargo, uma coisa resta em comum entre Cortez e o Fluminense:
Lealdade.
O espanhol em, 1519, pelo Reino da Espanha- que o recebeu com festa, em Barcelona.
O Fluminense, em 2011, por sua especial torcida - que, mais uma vez, mostrou ser a Nação mais utopicamente real da face da terra.
¡Hala Libertadores!
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