Por Renato Melón
Poesia é inspiração; é algo retratado, "esperançado", idealizado, sentido e refletido em Vida. É algo próprio do Humano.
Assistir ao jogo de quarta-feira, contra o América, pela taça libertadores, foi uma verdadeira experiência da poesia. Foi mais uma aula do Fluminense Football Club sobre o quão belas podem ser as expectaticas se, simplesmente, acreditarmos.
É por isso que eu encho o peito para falar: o Fluminense, também, me ensina a viver; me ensina a levantar a cada dia, sempre seguindo em frente, por mais dura que seja a ferida ainda não cicatrizada.
E são por esses sentimentos que valem uma lágrima, um sorriso, uma agonia, um perdão... Uma paixão.
"Ver" algo é presenciá-lo; "sentir" algo é incorporá-lo. "Acreditar" é dar crédito; é "ver" e "sentir.
Se a pessoa vê, mas não sente, ela é indiferente.
Se a pessoa sente, mas não vê, ela é cega ou perdida.
Se a pessoa sente, vê e acredita, ela é realizada; pois ela está experimentando o melhor do ato de 'viver'. Ela está seguindo seu coração.
E isto é o Fluminense: um Devir. Tudo é singular. Como diz a canção: "Nada do que foi será, de novo, do jeito que já foi um dia".
Afinal, qual é a graça de só ver, mas não sentir?
Qual é a realidade de sentir, mas não ver?
O Fluminense você o vê, o sente e o acredita suas esperanças. O resto é mágica.
O resto é...
poesia.
A mágica em três cores. O porvir repercutirá o título na América. Quem viver verá.
ResponderExcluirS.T.
A mágica das três cores que traduzem tradição...
ResponderExcluirST