"Se quereis saber o futuro do Fluminense, olhai para o seu passado..." - Um guerreiro que precisa das três cores
O título em questão diz, em poucas palavras, todo um sentimento que se perpetua a cada segundo que bate um coração verde, branco e grená. Nelson Rodrigues não poderia ter escrito com maior felicidade. O Fluminense, de fato, tem a predestinação para a glória. Glória esta que foi construída com momentos de alegria, de lágrima... de paixão. Puro amor alimentado pelo grito tricolor e pela dedicação de grandes mestres - esportistas e humanos - que passaram pelo nosso querido gramado do Estádio Manoel Schwartz.
O Fluminense é um clube que demonstrou vocação para a vida: temos a humildade e a luta de Preguinho, a inteligência de Telê, a classe de Didi com sua folha seca, a coroa de Castilho, dentre tantos outros de uma eterna lista, que, na medida da alma tricolor, carregaram ao fastígio o pavilhão das três cores que traduzem tradição. Saudosos os heróis, pois eles quem sorriem, sentem e choram, por todos, ao mesmo tempo.
Dentre esses, Altair. O homem cuja dedicação se resume em paz, esperança e vigor. Deu ao Fluminense seu talento; deu ao Fluminense sua essência. Abraçou o clube com seu coração e com seu futebol. Muito bem definido por Antonio Carlos Napoleão, "Corpo muito franzino; e futebol de gigante", esse importante personagem do Teatro dos Sonhos tricolor reflete o que é ser Fluminense .
O aspecto simples e humilde carrregava um verdadeiro guerreiro: três vezes campeão carioca (1959, 1964, 1969), duas vezes campeão do Torneio Rio-São Paulo (1957,1960), ademais de conquistar a Copa do Mundo, pelo Brasil, em 1962. O jogador tricolor representou a Pátria Amada com seu coração Fluminense.
Contudo, da mesma maneira que a vida nos dá a Glória, nos dá as feridas.
Hoje, Altair, que já esteve no pico do louvor humano, padece do frio e cruel Mal de Alzheimer. Doença que afeta, principalmente, o maior tesouro de um ser humano: a memória. É com ela que rimos, choramos, sentimos, arrepiamos e nos curvamos. É sob esta pérola humana que nosso Clube tornou-se imortal.
O que seriam dos sentimentos sem a memória? Aquele gol! Aquele momento! Aquele beijo! Aquela decepção.
É com estes princípios que o Projeto Tricolor Solidário tem o intuito de ajudar a quem tanto nos deu alegria à memória e ao presente do nosso Clube. Ajudar quem sempre esteve conosco e que sempre estará.
Contamos com a ajuda do Pavilhão Tricolor, que manterá sempre a memória, independente de Alzheimer. Este pode afetar, principalmente, o cérebro; mas o coração fica intacto. E ali reside a Esperança. Há um tratamento.
Não sejamos indiferentes. Heróis são lembrados; mas lendas nunca morrem.
Quem já nos fez sorrir e cantar, hoje, conta com você.
Saudações Tricolores
O título em questão diz, em poucas palavras, todo um sentimento que se perpetua a cada segundo que bate um coração verde, branco e grená. Nelson Rodrigues não poderia ter escrito com maior felicidade. O Fluminense, de fato, tem a predestinação para a glória. Glória esta que foi construída com momentos de alegria, de lágrima... de paixão. Puro amor alimentado pelo grito tricolor e pela dedicação de grandes mestres - esportistas e humanos - que passaram pelo nosso querido gramado do Estádio Manoel Schwartz.
O Fluminense é um clube que demonstrou vocação para a vida: temos a humildade e a luta de Preguinho, a inteligência de Telê, a classe de Didi com sua folha seca, a coroa de Castilho, dentre tantos outros de uma eterna lista, que, na medida da alma tricolor, carregaram ao fastígio o pavilhão das três cores que traduzem tradição. Saudosos os heróis, pois eles quem sorriem, sentem e choram, por todos, ao mesmo tempo.
Dentre esses, Altair. O homem cuja dedicação se resume em paz, esperança e vigor. Deu ao Fluminense seu talento; deu ao Fluminense sua essência. Abraçou o clube com seu coração e com seu futebol. Muito bem definido por Antonio Carlos Napoleão, "Corpo muito franzino; e futebol de gigante", esse importante personagem do Teatro dos Sonhos tricolor reflete o que é ser Fluminense .
O aspecto simples e humilde carrregava um verdadeiro guerreiro: três vezes campeão carioca (1959, 1964, 1969), duas vezes campeão do Torneio Rio-São Paulo (1957,1960), ademais de conquistar a Copa do Mundo, pelo Brasil, em 1962. O jogador tricolor representou a Pátria Amada com seu coração Fluminense.
Contudo, da mesma maneira que a vida nos dá a Glória, nos dá as feridas.
Hoje, Altair, que já esteve no pico do louvor humano, padece do frio e cruel Mal de Alzheimer. Doença que afeta, principalmente, o maior tesouro de um ser humano: a memória. É com ela que rimos, choramos, sentimos, arrepiamos e nos curvamos. É sob esta pérola humana que nosso Clube tornou-se imortal.
O que seriam dos sentimentos sem a memória? Aquele gol! Aquele momento! Aquele beijo! Aquela decepção.
É com estes princípios que o Projeto Tricolor Solidário tem o intuito de ajudar a quem tanto nos deu alegria à memória e ao presente do nosso Clube. Ajudar quem sempre esteve conosco e que sempre estará.
Contamos com a ajuda do Pavilhão Tricolor, que manterá sempre a memória, independente de Alzheimer. Este pode afetar, principalmente, o cérebro; mas o coração fica intacto. E ali reside a Esperança. Há um tratamento.
Não sejamos indiferentes. Heróis são lembrados; mas lendas nunca morrem.
Quem já nos fez sorrir e cantar, hoje, conta com você.
Saudações Tricolores
O Projeto Tricolor Solidário está disponibilizando a conta para ajudar:
Todo o valor arrecadado será destinado à Campanha do Altair
Renato Melón Souza Neves
Ag. 3325-1
C/C 32316-0

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