domingo, março 23, 2014

[Coluna do MALAfaia] Perigo no Horizonte

Fatídico dia 20/03/2014. 

Dia no qual milhões de torcedores do Fluminense gastaram cerca de duas horas de suas vidas para ver o Tricolor perder para o potente e reconhecido Horizonte. 

Horizonte de vinha de derrota de 5 (CINCO, five, fünf, cinq) a um pro Ceará. 

A derrota agora está um pouco distante, minha coluna sendo no final de semana acaba por esfriar o assunto. Mas não quero falar da derrota, e sim o que ela demonstra e representa. 

A derrota representa que 98 e 99 existem em nossa história e, acho, não queremos repeti-la. 

A derrota mostra o desinteresse e falta de vontade, a displicência e falta de compromisso de alguns no grupo que já tem seu "ciclo" encerrado desde o ano passado. 
E isso eu falei, PASMEM, no início do ano passado, mais ou menos na mesma época a mesma coisa (http://www.butecodotricolor.com.br/2013/03/coluna-do-malafaia-diagnostico-tricolor.html). Fluminense carece de um cara na diretoria que chegue e fale: "Vamos vender Jean (que não rendeu em 2013 e segue assim), Bruno, Euzébio, Sóbis (gosto do cara, respeito muito, mas...), Diguinho, Carlinhos, Wagner.... Vamos limpar a casa, usar os salários para trazer sangue novo, gente disposta a suar sangue pelo time."

Em 2009 demos mostras de que podemos aliar juventude e experiência e termos bons resultados, se tivermos um bom técnico. E aí, meu amigo, esbarramos no maior erro do ano passado: Demitimos um dos poucos técnicos descentes do mercado. Agora aturemos o Renight.

Na minha humilde concepção, devemos fazer uma maior triagem entre os nossos jovens e persistir mais nos que mostram certo potencial. Garotos como Rafinha, Higor, Eduardo e Michael têm chances de se tornarem jogadores no mínimo "na média" dos grandes da primeirona. Mas precisam jogar. Sou mais jogar o Higor e nos irritarmos com as "cabacices" de um rapaz de 19 anos do que jogar o Wagner e nos irritarmos com a falta de vontade que ele as vezes aparenta. 

Além disso, na triagem que citei acima, jogadores como Biro-biro, Marcos Junior, Braga.. Seriam emprestados/ vendidos para evitar desgaste. Nem foi e voltou melhor do Figueirense. Talvez ele aqui não tivesse a oportunidade e a paciência que um time de menor porte têm.

Em suma, mais uma vez os Deuses do futebol estão nos mostrando "o futuro". Basta nossos dirigentes e patrocinador entenderem os recados de além mundo e mudarem algumas posturas.

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Aos leitores:

Meus amigos, não sei se chegaram a sentir falta (talvez não ahaha), mas fiquei ausente por cerca de 5 meses devida à mudança de país. Estou morando fora, no Canadá, e fica difícil, quase impossível, acompanhar nosso time como antigamente aqui na terra do hóquei (e do frio). Tiveram algumas histórias curiosas desde que eu cheguei aqui relacionado à futebol e ao Fluminense que irei contando aos poucos aqui no rodapé.

É isso amigos! 

Saudações Tricolores!   
 

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