Por Renato MelónÉ conhecida na história da Mitologia Grega a história de Jano, o porteiro celestial que tinha duas cabeças: uma voltada para frente, e outra para trás.
Semelhante interpretação podemos sacar desse curioso pedido de demissão de Muricy Ramalho;
Podemos, PELO MENOS, enxergar a situação de duas maneiras, tal qual na mitologia.
Pela "primeira cabeça", podemos:
- Reconhecer que nosso clube possui uma terrível falta de estrutura, que compromete a saúde dos jogadores.
- Reconhecer que a nossa diretoria não cumpre o que promete.
Contudo, pelo segundo viés, podemos:
- Notar uma insegurança na confiança de Muricy Ramalho, já que o time não andava muito bem.
- Visualizar uma desculpa para sair das confusões políticas do clube.
- Perceber uma fuga de um possível fracasso na libertadores
Qual orgulho devemos tomar para nós mesmos? Reconhecer nossos fracassos, ou, escusarmos deles? Sob qual "Jano" devemos seguir para obtermos o melhor do Fluminense?
?
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Em tempo:
Desmayarse, atreverse, estar furioso,
áspero, tierno, liberal, esquivo,
alentado, mortal, difunto, vivo,
leal, traidor, cobarde y animoso:
no hallar fuera del bien centro y reposo,
mostrarse alegre, triste, humilde, altivo,
enojado, valiente, fugitivo,
satisfecho, ofendido, receloso:
huir el rostro al claro desengaño,
beber veneno por licor süave,
olvidar el provecho, amar el daño:
creer que el cielo en un infierno cabe;
dar la vida y el alma a un desengaño,
¡esto es amor! quien lo probó lo sabe.
"Corrigindo" esse grande poema de Lope de Vega:
ESTO ES FLUMINENSE, QUIÉN LO ES LO SABE!
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