segunda-feira, julho 08, 2013

DO FASCÍNIO AO CLICHÊ



Todos nós tricolores e brasileiros ficamos fascinados pela atuação do nosso capitão na seleção durante a copa das confederações só se falava desse assunto e esperávamos que ele fosse ontem a campo para decidir a nosso favor. Já que ele adora fazer seus golzinhos contra o time alvinegro, mas infelizmente o futebol tricolor passa por momento de mais clichês do que fascínio.

Falar de vitórias e nas vitórias é mais fácil. Você pode elogiar o jogador mais odiado sem ser notado, mas nas derrotas “Vixi Maria” nem ouse tal fato. Nas derrotas em clássicos como o de ontem meio time e o treinador não vão prestar, tudo e todo planejamento para ser feito para todo ano não servem. Essa paixão do torcedor por muitas vezes exacerbam em cima de um time que ultimamente só leva alegria aos lares e as arquibancadas tricolores desse mundo a fora.

Um clichês que usaria agora é o mesmo que o mestre Didi usou na copa de 1958, quando disse que treino é treino e jogo é jogo. Mas tentando exemplificar que os jogadores necessitam de ritmo de jogo, principalmente o goleiro. E o goleiro tricolor ficou quase um mês sem jogar e aceitou um chute defensável.

O fascínio desse e por esse esporte vem do não óbvio. A obviedade do fato que é sendo um jogador da classe de Cavalieri jamais deveria e aceitar esse tento de tão longe que foi. Mas o que seria do bate-papo informal, das gozações na mesa de bar se não houvesse a fatídica falha, não teríamos muito a falar desse clássico amornado e longe demais da capital fluminense.

Bola pra frente que atrás vem gente!

Voltemos aos clichês

2 comentários:

  1. Boa tarde amigo Fabiano, gosto da sinceridade, e realidade dos seus posts, estarei sempre prontos a ler. Eu sou mais emblemático, e mais apaixonado, tenho uma visão louca, parabéns, muito bom.

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