segunda-feira, setembro 16, 2013

ESPREMENDO DÁ CALDO



Noite de estréia!  Não era nenhum galático que veio reforçar meu querido tricolor. Foi a estreia do terceiro uniforme do Fluminense.  Todo laranja, mas um laranja que ofusca a vista a sensação que o time entrou iluminado no gramado do "New Maraca". Mas ficou na impressão, pois como vem acontecendo nos últimos jogos, o tricolor entra em campo disperso e claudicante, principalmente na marcação por parte da defesa.


O Fluminense criou muito pouco no primeiro tempo e o adversário luso mesmo com um time fraco e com perspectiva de só lutar contra o descenso incomodava bastante a meta tricolor em uma oportunidade Cavalieri defendeu com os pés, mas a outra foi indefensável, pois o zagueiro marcou a bola e deixou o atacante livre para abrir o placar.

Caramba! Tudo parecia ensaiar para uma derrota e passarmos a semana na zona de perigo.  O Fluminense gosta dessas coisas improváveis, sobrenaturais, só pode! Digo mais. É sadomasoquismo mesmo.

Edinho, para variar encabeçava a lista dos atacados e já era vaiado após o gol lusitano. Mas como disse o Vanderlei Luxemburgo no pós jogo que ele é macaco velho e não se abateu. E o primeiro tempo passou sem o arqueiro Lauro sujar seu uniforme negro.

As vaias tem fortalecido o meu tricolor.  Confesso que vaiei a passividade tricolor em campo.  Apesar de gostar de alguns nome como Fábio e Rafinha.
Segundo tempo começa com o veloz Biro-Biro na vaga de Rafinha, alguém precisava dar um gás ao time.  Já que Rhayner que costumeiramente faz esse papel estava apagado em campo.

Melhorou. Pelo menos na vontade o que fez os presentes apoiar mesmo que timidamente.  Abafamos o time da Portuguesa em seu campo e num bate e rebate o zagueiro nos ajuda colocando a mão na bola. Penalti a favor.  Sóbis enfiou o pé empatando a peleja.

Mesmo expulso do banco, o técnico Vanderlei se entrosava com seu auxiliar e viu que o Flu precisava de mais, mais força ofensiva que veio com Samuel e Felipe. Time exposto é verdade, mas a Portuguesa não ameaçava e não resistiu a pressão tricolor.  Foi questão de tempo o Flu dançar o vira. Troca de passes, Felipe encontra Sóbis livre que só rola para o sumido Wagner empurrar para as redes. Gol do alívio, gol que tirava a pressão enorme de cima, pois estávamos como Atlas segurando o mundo em nossas costas.

Poderíamos ainda ampliar com Samuel que acertará um sem pulo daqueles de cinema, mas o arqueiro luso evitou um gol que seria homenageado com uma placa, certamente.

A portuguesa ainda tentou alguma coisa, mas a noite era tricolor, melhor laranja!

Foi épico, emocionante e extasiante. Mas Flu não precisamos de testes cardíacos na quarta e sábado.  Poderia ser menos sofrido. Mas pensando bem acho que não, porque assim foi a cara do Fluminense Football Club

Um comentário:

  1. É AMIGO EU QUERIA LHE ANIMAR, MENTIR MAS NÃO POSSO, VEJO UM FINAL DE CAMPEONATO TERRÍVEL PARA SEU AMADO CLUBE, TMB TEMO PELO VASCO, SERIA UM DESASTRE UM DOS GRDS DO RIO REBAIXADO, GOZAÇÕES A PARTE, NO CARIOCA ETC, MAS CUIDADO HEIN, COMO SEMPRE UM BELO POST,

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